Bem-vindo ao "Português em linha", destinado aos alunos da Escola Secundária Camilo Castelo Branco.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
A não perder!
Realização: Brian Percival http://www.imdb.com/title/
Estreias: Brasil: 31/01/2014; Portugal: 13/02/2014
terça-feira, 6 de março de 2012
Richard Zimler na Biblioteca Camilo Castelo Branco
Ontem, o escritor Richard Zimler esteve na Biblioteca Camilo Castelo Branco a falar da sua obra. Alguns alunos da nossa escola tiveram o prazer de assitir e conversar com o escritor, que abordou vários temas interessantes: o processo de criação literária, a vida de um americano em Portugal, a questão judaica, que percorre muitos dos seus livros.
O nosso conselho é que procurem os seus livros na nossa biblioteca, pois já lá se encontram alguns exemplares assinados.
O nosso conselho é que procurem os seus livros na nossa biblioteca, pois já lá se encontram alguns exemplares assinados.
Eça de Queirós e a Geração de 70
Bom dia a todos os alunos da ESCCB. Aqui ficam alguns materiais que vos ajudarão a preparar o estudo de Os Maias de Eça de Queirós.
Conhecer Eça de Queirós
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A geração de 70
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Camões
Disponibilizamos, hoje, mais algumas apresentações em powerpoint sobre Camões lírico, que te poderão ajudar a preparar o teste.
A lírica de camões
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Erros meus, má fortuna, amor ardente
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O dia em que eu nasci
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Um mover d'olhos brando e piadoso
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Camões, um poeta do Renascimento
Caros alunos, para melhor perceberem Camões, no 10º ano, o Camilomultilingue disponibiliza hoje algumas apresentações em powerpoint sobre o poeta e a sua época. Bom estudo.
Renascimento
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Camões
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Dia dos namorados

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
21 - 10 - 1935
In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Teresa Rita Lopes, 2002
In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Teresa Rita Lopes, 2002
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