Ontem, o escritor Richard Zimler esteve na Biblioteca Camilo Castelo Branco a falar da sua obra. Alguns alunos da nossa escola tiveram o prazer de assitir e conversar com o escritor, que abordou vários temas interessantes: o processo de criação literária, a vida de um americano em Portugal, a questão judaica, que percorre muitos dos seus livros.
O nosso conselho é que procurem os seus livros na nossa biblioteca, pois já lá se encontram alguns exemplares assinados.
Bem-vindo ao "Português em linha", destinado aos alunos da Escola Secundária Camilo Castelo Branco.
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terça-feira, 6 de março de 2012
Eça de Queirós e a Geração de 70
Bom dia a todos os alunos da ESCCB. Aqui ficam alguns materiais que vos ajudarão a preparar o estudo de Os Maias de Eça de Queirós.
Conhecer Eça de Queirós
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A geração de 70
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Camões
Disponibilizamos, hoje, mais algumas apresentações em powerpoint sobre Camões lírico, que te poderão ajudar a preparar o teste.
A lírica de camões
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Erros meus, má fortuna, amor ardente
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O dia em que eu nasci
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Um mover d'olhos brando e piadoso
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Tomas Tranströmer, Prémio Nobel da Literatura 2011
É um dos poetas escandinavos vivos mais conhecidos do mundo e ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2011.
Em fevereiro deste ano, o blogue Poesia & Lda. publicou alguns dos seus poemas e o Português em Linha transcreve agora o poema "Histórias de Marinheiros".
HISTÓRIAS DE MARINHEIROS
Há dias de inverno sem neve em que o mar é parente
de zonas montanhosas, encolhido sob plumagem cinza,
azul só por um minuto, longas horas com ondas quais pálidos
linces, buscando em vão sustento nas pedras de à beira-mar.
Em dias como estes saem do mar restos de naufrágios em busca
de seus proprietários, sentados no bulício da cidade, e afogadas
tripulações vêm a terra, más ténues que fumo de cachimbo.
(No Norte andam os verdadeiros linces, com garras afiadas
e olhos sonhadores. No Norte, onde o dia
vive numa mina, de dia e de noite.
Ali, onde o único sobrevivente pode estar
junto ao forno da Aurora Boreal escutando
a música dos mortos de frio).
(1954)
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